O nome assusta, e a estatística acalma. O que o seu caso precisa agora é da decisão certa sobre o próximo passo, tomada com calma e com critério.
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A neoplasia folicular é uma situação peculiar: as células vistas na punção não permitem separar o adenoma (benigno) do carcinoma folicular (maligno). A diferença está na cápsula do nódulo, que só a análise da peça cirúrgica mostra por inteiro.
Por isso esse resultado gera tanta angústia: a paciente sai com um "talvez" na mão. E é aqui que mora o risco das pressas, tanto a de operar mais do que o necessário quanto a de não investigar o que merece.
Cerca de 7 a cada 10 neoplasias foliculares se revelam benignas. Os caminhos possíveis incluem teste molecular, cirurgia diagnóstica retirando só um lobo, ou acompanhamento em casos selecionados. A Consulta Resolutiva revisa seu laudo, refaz o ultrassom na hora e define o caminho do seu caso.
O resultado da punção é interpretado junto com a imagem refeita na consulta e o seu histórico, pelo olhar de quem decide a conduta.
Teste molecular, cirurgia diagnóstica (muitas vezes retirando só um lobo) ou acompanhamento: cada caminho explicado com prós, contras e justificativa.
Extensão mínima necessária, cuidado com o nervo da voz e a possibilidade de a glândula restante manter a função hormonal.
Cerca de 60 minutos, com tempo real para examinar, ouvir e explicar — com ultrassom da tireoide na própria consulta.
A primeira consulta já inclui retorno em até 30 dias, sem custo adicional.
Você recebe a nota fiscal para reembolso do plano de saúde e para o Imposto de Renda.
Atendimento presencial nas duas cidades. Traga seus exames.
Cirurgiã de cabeça e pescoço com foco em tireoide — no espectro cirúrgico e não cirúrgico.
“Um talvez no laudo merece um plano inteiro.”
“Excelente profissional, muito atenciosa. Com seu atendimento humanizado me senti acolhida e segura para solucionarmos o problema.”
“Procurei um profissional pra tirar todas as minhas dúvidas e achei. Saí da consulta bem menos preocupada com a situação.”
“Atendimento excepcional, com cuidado atento aos detalhes. Me senti diante da melhor cirurgiã.”
Na maioria das vezes, não: cerca de 7 a cada 10 casos se revelam benignos. O desafio é que a punção não consegue diferenciar, e por isso a conduta precisa ser bem pensada.
Frequentemente não. Quando a cirurgia é indicada, retirar apenas o lobo do nódulo costuma ser suficiente pra ter o diagnóstico, preservando a outra metade da glândula.
Em casos selecionados, teste molecular e acompanhamento são opções. A escolha depende do tamanho, da imagem, do seu histórico e da sua preferência depois de entender tudo.
O carcinoma folicular tem tratamento bem estabelecido e, na maioria dos casos, excelente evolução. Se for preciso complementar a cirurgia, a própria Dra. conduz, sem recomeço com outro médico.
Não. Essa é uma decisão de semanas, e não de horas. O que não vale é ficar meses no limbo sem um plano.
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